Apocalipse – O Sétimo selo Parte 5

Baixe essa lição aqui

Ap 5 – O Sétimo Selo

Não devemos nos esquecer de que para termos um bom e claro entendimento sobre o Apocalipse, desmistificando a idéia de que é um livro complicado, misterioso, complexo ele difícil compreensão, precisamos terem mente que revelação que João recebeu em primeiro lugar fala de coisas que estavam acontecendo em seu tempo, sobre a direção que as igrejas estavam tomando, não há a menção de absolutamente nenhum fato relacionado atestado moral e espiritual do mundo em trono da Igreja e do povo de Israel, tão utilizado como exemplo comportamental de relacionamento com Deus. Lembrando que a primeira parte do livro, do capitulo primeiro ao terceiro, o foco a Igreja, do capitulo quarto ao decimo nono versículo vinte e um é o período de tempo onde ocorre a tribulação, pequena e grande, mais tarde falaremos sobre a terceira parte do livro que vai do versículo vinte e um do capitulo dezenove até o seu fim.

O que é de grande importância para não nos perdermos dentro do livro, é que estamos seguindo os acontecimentos em ordem cronológica, um seguindo o outro, com isto é possível e confiavel? É bem simples: o período da tribulação ocupa um espaço de tempo de sete anos, segundo Daniel e confirmado por Jesus, como já vimos anteriormente, onde estão contidos todos os acontecimentos que iniciam-se no quarto capitulo e termina no dezenove versículo vinte e um.

Estes sete anos, conforme profetizado por Daniel, conhecido por ser um tempo de tribulação, da-se inicio quando um homem com espirito anticristo faz um acordo para dar paz e segurança a Israel por sete anos. Na metade desse tempo esse homem revelara o verdadeiro espirito que o conduz opondo-se a Deus, provando o templo e iniciando uma grande perseguição para apagar os judeus de sobre a terra.

Durante este tempo, da aparição do homem com o espirito anticristo até sua derrota, a humanidade mergulhada na promiscuidade e incrédula em relação a Deus, estará debaixo de severos juízos a partir da abertura do primeiro selo.

O Sétimo Selo é Aberto – Ap 8:1-2

Ainda não chegamos na metade da ultima semana profetizada por Daniel, imagino que a essa alturas dos acontecimentos devemos estar na metade da primeira etapa, isto porque o termino dos primeiros três anos e meio de dá com a manifestação do verdadeiro espirito que age por meio do homem que Israel recebeu como seu Messias profetizado.

Quando o cordeiro abre o sétimo selo, houve um silencio absoluto no céu por meia hora, e João vê sete anjos, cada um deles recebendo uma trombeta. O que mais ainda poderia acontecer com a terra? Que outros juízos estavam por vir? Só há movimentos, o silencio é absoluto. O que João está vendo não está contido no selo, um parênteses foi aberto em meio aos juízos que estavam por vir.

O incenso e a oração dos santos – Ap 8:3-5

É importante entendermos que a era da misericórdia e da graça chegou ao seu fim, agora é tempo de juízo. O que João viu não foi o louvor ou a adoração dos santos, que ele presenciou foi a oração dos santos. Isto é muito importante. Por que? Quando Jesus foi rejeitado em Samaria os discípulos queriam pedir para que descesse fogo do céu e consumisse a todos que se opuseram a Jesus. A resposta de Jesus foi imediata: Não sabeis de que espirito sóis? Eles foram foram impedidos de ativar o céu e trazer juízo sobre os samaritanos, porque aquele e ainda hoje é o tempo da misericórdia e da graça. Mas, chegara o tempo do juízo, onde orações desse tipo serão imediatamente respondidas e outras estarão aguardando a chegado do seu tempo de resposta. A misericórdia e a graça terminam no começo da ultima semana profetizada por Daniel.

O toque das trombetas

Após as orações dos santos serem lançadas sobre a terra e provocar reações inexplicáveis como trovões, o som de uma multidão falando todos ao mesmo tempo sem serem vistos, além de relâmpagos e um terremoto, inicia-se o toque das trombetas.

Nos dias de jõàao, mas principalmente nos séculos anteriores, as trombetas eram usadas para para anunciarem grandes acontecimentos, um toque desse instrumento podia alcançar quilômetros de distancia, e servia para os generais comandarem seus exércitos à distancia de acordo com o toque que era emitido. Portanto quando os anos tocam suas trombetas estão anunciando severos juízos contra a incredulidade da humanidade, que sempre insistem em seus pecados.

Primeira trombeta – Ap 8:7

Após os 144 mil serem selados e as orações dos santos serem lançadas sobre a terra, logo em seguida o primeiro anjo recebe a liberação para o tíquete de sua trombeta. O que ela anuncia? Uma praga que danificará um terço das árvores e toda vegetação da terra. Durante esse tempo será impossível plantar alguma coisa, a carestia seria ainda maior do que a que já mencionada na abertura do terceiro selo, a fome provocada pelo cavaleiro do cavalo preto.

Uma saraivada de granizo e fogo misturados com sangue provocara esse estrago. Incêndios sem controles em varias regiões do mundo afetará planeta sem que haja mortes, da-se a entender que as grandes reservas florestais serão alvo desse juízo divino.

Enquanto os cientistas estiverem estudando esse fenômeno, tentando descobrir a causa dessa tragédia sem precedentes, ninguém estaria dando conta de que isto representa o juízo fisico de Deus sobre a terra.

Segunda trombeta – Ap 8:8-9

O alvo da segundo trombeta são os mares. Um terço das águas marítimas são contaminadas, a vegetação submarina e os peixes morrem, ainda um terço dos navios e submarinos que se encontrarem nestas regiões irão a pique. O que causará toda essa catástrofe? João diz que algo que cai do céu como uma grande montanha, se é como, não é uma montanha, tem o aspecto. Especula-se que pode ser um meteorito caindo sobre as águas dos mares e contaminando-as, seu impacto portanto, afetara o ambiente e provocara enormes ondas causando o naufrágio de pequenas e grandes embarcações.

Terceira trombeta – Ap 8:10-11

Agora quando o terceiro anjo toca sua trombeta, o alvo do juízo divino são os rios e as nascentes de água. Um terço dos mananciais passam a produzir água imprópria para o consumo, e como nos mares, os peixes e toma forma de vida encontrada em água doce morrem. Outra vez João ve uma bola de fogo atravessar o universo e colidir-se com as águas, há uma explosão e imediatamente essa pedra libera uma toxina que contamina as águas, além dos peixes, mata também aqueles que bebem de suas fontes.

A referencia que Joana faz à estrela em chama, absinto, revela sua natureza, é una erva de característica amarga que se utiliza na fabricação de bebidas. As águas ficarão amigas, impróprias para o uso.

Quarta trombeta – Ap 8:12-13

Antes de conhecermos o que ocasionará o toque da quarta trombeta, me bastante atenção de que até agora o alvo das pragas não foi o ser humano, apesar de ser afetado indiretamente, as catástrofes, todas elas, recaem sobre a natureza. Árvores, vegetações, mares, rios e os seres viventes que que neles habitam, É óbvio que o reflexo causará danos ao ser humano, não resta dúvida. O desabastecimento de peixes será invisível, o comercio marítimo entrara em falência, com menos verde o mundo terá menos ar puro para respirar. Imagina!

Sobre a quarta trombeta, quando ela soa um terço da luz donos, da lua e das estrelas perdem seu brilho, o dia fica menos claro e a noite mais escura com um terço de luz a menos. Pode parecer que os efeitos dessa trombeta não causara das à terra, porém como já sabemos que o planeta terra está vinculado ao sistema solar, é óbvio que por um curto espaço de tempo a terra sofrerá efeitos devastares.

Enquanto o mundo está em busca das origens físicas desses acontecimentos, João ouvi um anjo, como o aspecto de águia, planando pelo céu dizendo em alta voz: Ai, Ai, Ai dos que habitam sobre a terra por causa dos toques das trombetas que estão presentes a ser entoados pelos três próximos anjos.

 

A quinta trombeta –  Ap 9:1-12

A qui a “grande estrela que cai do céu” não é um meteorito ou qualquer outro elemento em chamas que chega à terra como vimos numa descrição semelhante àquela que chocou-se com as águas doce dos rios e das nascente tornando-as a margas e venenosas. João está vendo um ser , a quem foi entregue uma chave para abrir um poço sem fundo e liberar um poderoso exército de gafanhotos. Foi-lhes proibido tocar nas árvores e nas plantações, o alimento natural desses insetos, receberam poder para atormentar os moradores da terra com dores horríveis, menos os 144 mil que foram selados por cinco meses.

Não nos cabe aqui conjectura algumas indagações, uma vez que João não deixou explico quem é a estrela que caiu sobre a terra. Alguns afirmam ser um anjo poderoso anjo de Deus, porque Deus não daria as chaves de um lugar desses a alguém que soltasse estes demônios antes de ser destruído. Outros afirmam que está estrela é o próprio Satanás. Na verdade isto não faz meia diferença, o foco de João está voltado para o que vem do abismo para fora, e a praga que vão trazer sobre a humanidade.

O aspecto desses seres também gera discursam quanto à sua natureza, espiritual ou física? A aparência deles é assombrosa. A descrição quanto ao aspecto deles, é que João quer mostrar o quão ferozes e poderosos eles são, nada pode dete-los durante os cinco meses em que lhes foi permitido semear esta praga na terra.

Um entre tantos aspectos interessantes , é que eles possuem uma calda como de escorpião, é com elas que causam grande dores e tormentos às suas vitimas sem causar a morte de nenhuma delas. Isto é bastante interessante, gafanhotos que não se alimento de lavouras e cascas de árvores, e picam como escorpiões. Pesquisando sobre a ação da picada de um espião, ela não leva a vitima à morte, a não ser o escorpião vermelho dia India, porém a medida que o veneno vai se espalhando pelo corpo, as dores que causam são insuportáveis, é melhor que a pessoa tivesse morrido. Alguém certa vez disse: “Pior do que a morte é quero morrer não conseguir”.

Como todo acontecimento do apocalipse é real, literal, como as dez pragas de juízo  que Deus enviou sobre o Egito e deixou desolado, acredito que estes bichos que João viu não são espíritos como alguns afirmam, são seres vivos, insetos com poderes sobrenaturais. Por que? Muito simples: espíritos não se alimentam de plantas, árvores e etc, e a estes foi-lhes proibido que destruíssem qualquer forma de vida vegetal. João ainda ouviu o barulho de suas asas.

2018-09-27T17:09:43+00:00

Sobre o Autor: